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Paraty-Mirim: História, Fotos, O Que Fazer e Como Chegar

Com belas paisagens, construções de estilo colonial e praias paradisíacas ao redor, a cidade de Paraty encanta milhares de turistas todos os anos. E hoje o nosso post é a respeito da praia Paraty-Mirim, rechada de história e belezas naturais.

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A praia possui aproximadamente 760 metros e é cortada por um rio que possui o mesmo nome da praia (Paraty-Mirim). No local é possível fazer passeios de barco que vão até o início da trilha para o Saco do Mamanguá ou até outras praias e ilhas da região. Os valores variam de R$ 30,00 a R$ 70,00, de acordo com o destino e a época do ano.

Como chegar:

De carro:

Vá por uma estrada de terra que tem início no km 593 da rodovia Rio-Santos. Paraty-Mirim está distante 17,2 km de Paraty por uma estrada (9,6 km de asfalto mais 7,6 km por terra). A estrada de terra para acesso à praia de Paraty-Mirim corta uma reserva indígena e passa por algumas cachoeiras.
Dica: Veja o incrível artesanato produzido pelo povo indígena e ajude-os, comprando suas artes incríveis!

De ônibus:
Pegue o ônibus “Paraty-Mirim”, que passa a cada hora na rodoviária de Paraty. A viagem dura cerca de 40 minutos.

Estacionamento:

Cerca de R$ 10,00 para carro e R$ 5,00 para moto.

Alimentação:

Há apenas um quiosque, mas nem sempre está aberto. Também não há mercados, nem lanchonetes. O ideal é levar um lanchinho mesmo para não ficar com fome durante o passeio!

O que fazer:

A praia é linda e o mar é ideal para banhistas, pois a água é cristalinae praticamente não tem ondas. Também é possível conhecer a Capela de Nossa Senhora da Conceição e tirar fotos incríveis. Ao lado da capela há uma árvore antiguíssima, além de construções em ruínas.

Assim como informado no início do post, é possível fazer passeios de barcos que vão às praias e ilhas da região.

História:

Paraty-Mirim é uma praia linda, com o mar calmo e água cristalina. Porém, por trás de tanta beleza existe uma realidade muito dura de um povo sofrido, humilhado e torturado: os escravos, que percorriam o caminho do ouro a fim de enriquecer os portugueses que exploravam o nosso país.

Em Paraty-Mirim ocorria o desembarque dos escravos e o recolhimento do ouro que vinha de Minas-Gerais.

Igreja de Nossa Senhora da Conceição

A igreja em questão é uma pequena capela e é a única construção que não está em ruínas. Apenas lhe falta o sino, que está desaparecido há muito tempo. A construção tornou-se o cartão postal da praia para os turistas.

Atualmente, a área de Paraty-Mirim fica em um parque ambiental de preservação do meio ambiente.

Povo indígena

Como se não bastasse o sofrimento dos escravos, atualmente o povo indígena que vive na região lida com a exploração imobiliária e organizações governamentais que aparentemente estão “cuidando” do meio ambiente, mas na verdade estão tirando-lhes propriedades, moradias, casas e a paz. Sendo assim, índios e caiçaras tiveram de abandonar suas casas. Repare, no caminho à Paraty-Mirim: existe um povo indígena que parece ter deixado de ser visto como seres humanos, e sim uma parte da imagem turística da região. Infelizmente, o turismo tem dois lados: O turista que se diverte e o povo local que sofre sem sequer usufruir dos lucros das instituições. É nessa hora que nos perguntamos: será que, de fato, a escravidão chegou ao fim em nosso país?

Veja a seguir as fotos que preparamos para você:

 

 

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